sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Lições práticas com o livro de Ester

Lições práticas com o livro de Ester 

Da história de Ester podemos tirar três lições de como um(a) servo(a) de Deus deve se comportar.

Coragem

Ester não fugiu do chamado para interceder por seu povo, ao contrário, foi corajosa e se levantou pelos judeus. 

Mesmo temendo por sua vida, ela se apresentou diante do rei sem ter sido convocado. 

Isso poderia lhe custar uma pena de morte, mas não a impediu de fazer o que lhe havia sido pedido. Ester era obediente, honrava seus líderes, honrava seu povo e honrou a vida de Mordecai.

Sabedoria 

Ester não foi impulsiva ou atrevida. Esperou o momento certo de falar. 

Não falou no primeiro momento quando foi a presença do rei. Não falou no primeiro banquete, ela esperou o momento certo de agir. 

Seu comportamento demonstra grande dependência e disposição para ouvir a voz de Deus.

Humildade

Mesmo sendo rainha, Ester demonstrou obediência e honra a Deus e ao seu primo Mordecai. 

Imagino quantas pessoas não falariam: Eu sou rainha, não tenho o que temer. Ester não foi uma dessas pessoas. 

Ela não foi egoísta, mas agiu em favor do seu povo. Ester era temente a Deus e sabia que estava fazendo parte de um plano maior, um plano a favor do povo de Deus. 

É possível perceber que apesar de sua história sofrida, Ester não foi uma mulher egocêntrica

Muito pelo contrário, ela teve sua identidade muito bem firmada em Deus e sabia que a sua posição de rainha era para servi-Lo.

A vida de Ester é um grande exemplo de paciência. Ela foi uma grande intercessora e protetora do povo de Deus e é um grande exemplo de como devemos agir diante as crises e provações. 

Ainda nos dias de hoje, mesmo que pareça tão distante da história narrada, a vida de Ester nos traz grandes ensinamentos, principalmente de como devemos confiar na soberania de Deus e de como devemos estar prontos para servi-lo e sermos obedientes ao Seu chamado



Quem foi Ester na Bíblia: Conheça a história da Rainha Ester e a sua importância!

A história de Ester é surpreendente e inspiradora. 

Ela foi uma das mulheres mais importantes da Bíblia e sua vida nos traz grandes aprendizados. 

Ester revela uma espiritualidade fervorosa, marcada por uma verdadeira confissão de caráter, foi uma mulher exemplar em devoção, fé, coragem, sabedoria e humildade.

Neste post vamos conhecer quem ela foi, como se tornou rainha e como foi usada por Deus para salvar a nação de Israel. 

Além de aprendermos muito com a vida dela. Então, vamos lá!

Quem foi Ester?

Ester é uma das mulheres mais importantes de toda a história bíblica. Ela se tornou rainha da Pérsia e foi usada por Deus para salvar todo o povo hebreu.

Ela era judia, foi criada por seu primo Mordecai na Pérsia, já que era órfã. Nessa época, a nação de Israel estava sob exílio no reino persa. 

Ester era muito atraente e bonita e, por isso, se tornou rainha. 

O Significado do nome Ester 

O nome hebraico de Ester é Hadassa e significa mirta ou murta, que é uma flor bonita e popular. 

Quando Hadassa entra para o harém real, ela recebe o nome de Ester, possivelmente pela designação dada à mirta, palavra bastante próxima da raiz do termo que designa tanto “mirta” como “estrela”, a forma da flor. 

A história de Ester na Bíblia 

O livro de Ester foi escrito aproximadamente entre 470 e 486 a.C, e acredita-se, que foi escrito por Esdras. 

A história ocorreu em Susã, uma das três capitais do império persa, que se estendia da Índia à Etiópia, compreendendo também algumas ilhas do Mediterrâneo. 

Ester viveu num tempo de grande perigo, pois seu povo, os israelitas, estavam em exílio, após a destruição da cidade Jerusalém. 

A rainha nasceu quando o povo judeu já estava sob domínio persa há mais de 120 anos.

Assuero e Vasti 

A história de Ester começa quando o Rei Persa Assuero (provavelmente o rei Xerxes) deu uma grande festa para os seus servos e príncipes, para exibir suas riquezas e glória do seu reino.

A rainha Vasti (antecessora de Ester no trono) é convocada para o rei exibir sua formosura. Ela, porém, se recusa a atender ao chamado do rei Assuero de estar em sua presença. 

Por este motivo, o rei fica furioso e resolve destituir Vasti do seu cargo de Rainha.

Para substituir a rainha Vasti, o rei cria um concurso de beleza para que seja escolhida no reino a jovem mais bela e formosa para se tornar rainha

As jovens mais bonitas de todas as 127 províncias do reino Persa foram convocadas para se apresentar ao rei, e, dentre elas estava Ester.

Ester é feita Rainha 

Durante o concurso criado pelo Rei, as jovens ficavam recebendo, durante 12 meses, tratamentos especiais de beleza e especiarias. 

Quando chega ao harém, Hegai (o responsável pelas mulheres do concurso) se encanta com a beleza de Ester e dá a ela o melhor lugar na casa, as melhores vestes e os melhores alimentos.

Os 12 meses se passaram e as jovens foram chamadas a presença do rei. Nesta ocasião cada uma levava um presente para adornar-se, entretanto, ao contrário das outras jovens, Ester não escolheu nada além do que já possuía. 

Quando ela se apresenta ao rei, sua beleza o impressiona e ele a ama mais que todas as outras jovens. 

Imediatamente, Ester é coroada rainha no lugar de Vasti. 

Entretanto, mesmo após ser coroada Rainha, Ester mantém-se obediente ao seu primo Mordecai e não revela sua identidade judaica, visto que os judeus sofriam grande perseguição naquela época.

Mordecai e o plano para tirar a vida do Rei 

Preocupado com sua prima, que havia sido criada como filha, Mordecai visitava frequentemente o palácio de Susã. 

E, numa dessas visitas, Mordecai escuta quando dois oficiais planejam uma conspiração para assassinar o rei

Mordecai conta à Rainha Ester que informa o plano ao rei. 

Ao descobrir a veracidade dos fatos, o rei manda enforcar os oficiais que conspiravam contra ele e o plano conspiratório é escrito nos registros históricos.

O plano de Hamã contra Mordecai 

Algum tempo depois, Hamã, nobre e amalequita, é exaltado e colocado como o 1º ministro, sendo o segundo no reino abaixo do Rei. 

E, por isso, naquele tempo foi publicado um decreto do rei para que todos adorassem Hamã. Entretanto, como Mordecai era judeu e servo de Deus, ele se recusa a se curvar diante de Hamã. 

Hamã fica muito enfurecido com Mordecai e todo o povo judeu e requer ao rei que os judeus sejam punidos por não o adorar. 

O rei concede o pedido de Hamã e publica novo decreto para que seja destruído o povo judeu

O pedido de Mordecai a Ester 

Quando Mordecai toma conhecimento do decreto contra o povo, se entristece bastante, rasga suas vestes e cobre-se de cinzas (costume da época).

Ester fica sabendo da tristeza de Mordecai e se entristece também. Preocupada com seu primo, ela manda que seus servos descubram o motivo da tristeza de Mordecai.

Mordecai conta para Ester o plano terrível de Hamã e pede para que ela interceda pelo povo o judeu perante o rei

Acontece que naquela época, quem fosse à presença do rei sem ser convidado, seria condenado a morte, exceto se o rei estendesse seu cetro de ouro.

Por isso, Ester fica receosa e teme por sua vida. Porém, seu primo a alerta de que ela também era judia e não seria poupada apenas por estar no palácio. 

Além disso, ele fala que se não for por Ester, a ajuda para o povo judeu se levantará de outra parte (Et 4:13-14). 

Com isso, Ester pede a Mordecai que ele e todo o povo judeu ore e jejue por 3 dias e, informa que, ela e suas servas fariam o mesmo.  

Os dias se passam e Ester coloca suas vestes reais para ir à presença do rei. O rei, ao avistá-la, estende seu cetro de ouro e diz: “pede-me o que quiseres e até metade do reino eu te darei.” (Et 5:3)

Ester, movida pela sabedoria de Deus, requer um banquete ao rei, na presença do primeiro ministro, Hamã. 

Durante o jantar, o rei indaga a Ester sobre qual era o seu pedido, a rainha, porém, requer um novo banquete no dia seguinte.

A salvação dos judeus: a festa de Purim

No dia seguinte, ocorre o novo banquete requerido por Ester ao rei. A rainha expõe todo o plano de Hamã. 

O rei fica furioso com o plano de Hamã de tirar a vida da rainha tão amada por ele e de todo o seu povo e, decide enforcá-lo (na própria forca que Hamã havia construído para Mordecai). 

Acontece que, mesmo com a morte de Hamã o povo judeu continua desprotegido, pois o decreto que determinava sua destruição continua em vigência. 

Além disso, naquela época os decretos reais não poderiam ser revogados. E. por isso, Ester, intercede pelo povo judeu e convence o rei de publicar novo decreto. 

Nesse novo decreto, o rei autoriza os judeus a guerrearem e se defenderem. Mordecai envia o novo decreto a todas as províncias do reino.  

A guerra ocorre e os judeus vencem, evitando a destruição de seu povo.

Até hoje esse episódio é celebrado pelo povo judeu, com uma festa chamada de Purim. 

A palavra significa “sorteio”, que era a forma que Hamã usaria para determinar o dia do extermínio.

A importância do livro de Ester 

Uau! Que história incrível a da rainha Ester não é mesmo? 

Quantas lições e aprendizados podem ser tirados de sua vida. Que mulher sábia e corajosa ela foi. E como Deus a usou de maneira tão surpreendente e soberana.

A história da rainha Ester se mostra de grande relevância e importância para o povo de Deus. 

Por meio dela vemos a soberania de Deus diante da crise, e como Ele é especialista em reverter situações que parecem impossíveis aos olhos dos homens.

O rei Davi, no Salmo 139 nos diz que todas as coisas já estavam escritas ainda antes que acontecessem. 

Podemos ver isto através da vida Ester, que nos mostra que o Senhor está sempre no controle de todas as coisas.

Ao princípio, como poderíamos imaginar que Deus ia usar um concurso de beleza a favor de Seu povo. Acontece, que Ele é soberano, onipresente e onisciente. 

Ele sabe todas as coisas e pode usar tudo ao seu favor. 

Por meio da história de Ester podemos ver como Deus move governantes, mesmo que gentios, ao favor dos seus planos. 

Deus não é homem para que minta e por isso todas as promessas feitas por Ele se cumprem. 

Ciente disso, e conhecendo o poder e a fidelidade de Deus é que Mordecai instrui Ester de que se ela não se levantasse por seu povo, outra pessoa o faria. Isso porque os planos de Deus não se frustram, eles se cumprem. 

Deus não precisa de nós, somos nós quem precisamos Dele. E, como servos, devemos ter ciência disso e saber que, para nós, é uma honra sermos usados por Deus. 

Deus não precisava de Ester, mas ao ser obediente, ela tem o privilégio de ser usada por Ele e se torna uma figura tão relevante para a história.

Ester e Cristo

A história de Ester também nos remete a uma outra história, de alguém ainda superior a ela.

Ester arriscou abrir mão de sua vida e de seu palácio terreno, porém JESUS CRISTO Voluntariamente  abriu mão de seu palácio celestial e entregou sua vida para salvar pecadores.

A história de Ester é linda e seu sacrifício é notório, porém ela aponta para uma obra muito maior e mais bela

domingo, 27 de novembro de 2022

PAULO: JOGOU A VÍBORA NO FOGO E SEGUIU EM FRENTE

“E, havendo escapado, então souberam que a ilha se chamava Malta.
E os bárbaros usaram conosco de não pouca humanidade; porque, acendendo uma grande fogueira, nos recolheram a todos por causa da chuva que caía, e por causa do frio
E, havendo Paulo ajuntado uma quantidade de vides, e pondo-as no fogo, uma víbora, fugindo do calor, lhe acometeu a mão.
E os bárbaros, vendo-lhe a víbora pendurada na mão, diziam uns aos outros: Certamente este homem é homicida, visto como, escapando do mar, a justiça não o deixa viver. Mas, sacudindo ele a víbora no fogo, não sofreu nenhum mal.
E eles esperavam que viesse a inchar ou a cair morto de repente; mas tendo esperado já muito, e vendo que nenhum incômodo lhe sobrevinha, mudando de parecer, diziam que era um deus.”
Atos 28:1-6


RESUMO DA HISTÓRIA BIBLICA
O navio havia onde Paulo estava naufragou, ele e os que eles estavam com ele, estavam cansados, molhados e com frio. Chegando a uma ilha chamada Malta eles foram recebidos pelos nativos. Malta era uma ilha hospitaleira. Chovia e estava frio e os nativos fizeram então uma grande fogueira. Paulo ajudando a achar madeira, colocando-a no fogo foi mordido por uma víbora.

1. A IGREJA DEVE RECEPCIONAR OS NAUFRAGOS DESSE MUNDO
Os dias são maus. Muitas coisas nos entristecem diariamente. A Igreja tem que ser um apoio, ao irmão cansado. Devemos abraçar e agasalhar a todos os que Deus nos mandar.

2. FOGUEIRA ACESA É ALTAR DE PÉEsta fogueira me lembra o Altar no deserto. No linguajar bíblico, o altar significa a nossa vida perante Deus. De acordo com a simbologia bíblica só existem três posições para o cristão:

Primeiro: de pé, o que significa que estamos na fé, agradando a Deus, sem pecado, na posição;
Segundo: sentado, o que mais dá a impressão que o cristão está caindo, do que se levantando, o que mostra essa ser uma posição muito incomoda de mornidão espiritual: a pessoa não é quente e nem fria; e

Terceiro: a posição deitada, ou caída, que é a posição de quem não está na presença de Deus, está em pecado, sem fé, fora das alianças, desviado.

Existe a simbologia de fogo ser símbolo do Espírito Santo em nossas vidas. Esse fogo é chamado de unção. Unção é capacitação espiritual. Precisamos estar de pé e precisamos de ter fogo em nosso altar.

Chama a atenção que a fogueira acesa pelos nativos na ilha foi feita na chuva e era uma grande fogueira. O que apaga o fogo é a chuva e eles conseguiram fazer não uma fogueira qualquer, mas uma grande fogueira, na chuva. A intempéries da vida não devem nos fazer parar. Não devemos desistir se algo não está dando certo, o contrário é verdade, devemos resistir, nos esforçar.

3. PARA MANTER A FOGUEIRA ACESA É PRECISO TRABALHAR
A fogueira que acenderam em Malta precisou ser alimentada. Precisamos orar, ler e estudar a Bíblia e congregar, além de que com o tempo seria bom todos os irmãos estarem engajado em algum ministério na Igreja.

Precisamos trabalhar pela obra de Deus como eles o fizeram: em união. Todos cooperaram para o bem comum.

4. HOSPITALIDADE
Todos gostamos de ir a um lugar onde nos sentimos bem. Com certeza voltaremos a esse lugar, mais uma vez, ou mais algumas vezes. Todos gostamos de pessoas hospitaleiras, pessoas que não nos constrangem, pessoas que nos fazem bem e que queremos ficar perto. Pessoas que nos colocam pra cima, nos empurram ao sucesso, são as preferidas. E o que gostamos que façam conosco, podemos fazer com os outros.

5. A VÍBORA FUGIU DO FOGO
A víbora tem o significado de problemas, ou até mesmo de demônios tentando atacar o cristão. Até o momento em que foi jogada no fogo, ela não se manifestou. Paulo trazia no meio dos gravetos, uma víbora, uma cobra de veneno mortal. Talvez estejamos fazendo algo, até bom, e no meio está uma víbora. Até o momento em que ela não tinha sido jogada no fogo, ela estava escondida e quieta. Talvez exista algum problema que precise ser tirado de nossas vidas e ele não irá se manifestar a não ser que seja jogado no fogo, ou que sinta a presença ungida do Espírito. Devemos jogar no fogo, todos os nossos problemas, para que Deus possa queimá-los de vez.

6. SACUDA A COBRA NO FOGO E SIGA EM FRENTE
A cobra que estava escondida no meio dos gravetos que Paulo trazia para serem queimados, ao sentir o fogo, mordeu a mão de Paulo e ficou grudada na sua mão. A atitude de Paulo é muito interessante: ele sacudiu a mão e tornou a jogá-la no fogo. Paulo seguiu em frente, apesar de mordido. A serpente só se manifestou quando o fogo a esquentou e ela tentou fugir do fogo. Paulo foi ferido por ela e com certeza doeu, além do medo que pode dar ao vermos uma serpente nos atacando e até mesmo ficando grudada em nossas mãos. A serpente pode ser um problema ou até mesmo uma Batalha Espiritual que se levante contra nós. Momentaneamente podemos nos assustar - ao fazermos algo para Deus, ou tentarmos levantar numa grande fogueira e o nosso altar - que se manifeste algum mal. Paulo sacudiu a serpente e a jogou novamente no fogo e ela morreu. Depois desse episódio outros ocorreram na vida de Paulo. Aconteceu, mordeu, doeu, assustou, mas Deus guardou e abençoou, então é hora de seguir em frente. Sacode a víbora no fogo e siga o seu caminho.

7. JULGANDO ERRADO
Vendo Paulo com a víbora agarrada na mão o julgaram errado. Os nativos pensaram que Paulo iria morrer imediatamente e ficaram esperando a dor chegar ao braço, o veneno correndo na veia e por fim Paulo morrer em grande agonia, mas nada disso aconteceu.

Vejo nessa passagem o julgamento errado que muitas vezes fazemos, ou recebemos. Nem toda prova é pecado, assim que nem todo pecado é prova. Pois existe uma diferença entre provação e tentação: a provação vem da parte de Deus, com vistas a nos purificar e abençoar, entretanto a tentação vem à nossa vida com vistas a nos destruir, nos envergonhar, nos desviar.

Qual é a diferença entre provação e tentação?

Todo problema pode ser tanto uma provação, como uma tentação, mas como passamos o período é que vai nos dizer se aquilo foi uma provação ou tentação. Se eu passar a prova orando e jejuando, crendo e esperando em Deus, além de louvando, isso é provação e serei aprovado. Se, por outro lado, eu pecar e me desviar e errar e começar a dizer besteiras pra Deus, isso então virou tentação e Deus precisa me erguer novamente, eu falhei.

As pessoas julgam que todo problema que exista conosco seja por causa de pecados claros ou escondidos. Jó não tinha pecados e foi duramente atacado pelo Inferno em pessoa. Nunca devemos julgar.
8. O MUNDO SE ESPANTA EM NÃO NOS OCORRER NENHUM MAL                                              Os nativos acharam que Paulo era um deus, porque nada lhe aconteceu, depois que foi mordido pela serpente. As pessoas que estão ao nosso redor se espantam pela quantidade de provas e lutas que nos sobrevêm e nos veem sempre louvando e cantando a Deus. Até mesmo crentes desviados se espantam com os que conseguem persistir com Deus, apesar de toda provação e ataque do inimigo.







Nós conseguimos ficar firmes porque Deus nos tem sustentado, Ele é a nossa força e com Ele nunca seremos derrotados. Podemos até mesmo perder uma batalha, mas a guerra Deus já ganhou pra nós, resta-nos ficar na presença de Deus e seremos vitoriosos eternamente.

9. AQUILO QUE PAULO FEZ FOI O QUE O SALVOU
E pra encerrar, lembramos que aquilo que Paulo fez foi o que o salvou. Paulo estava juntando gravetos para colocar no fogo e nesse trabalho foi atacado pelo inimigo, mas justamente aquilo que ele fazia, que era alimentar o fogo, para que ele não se apagasse, foi o que matou a serpente.

Algumas vezes fazemos algo que o Diabo se levanta com muita fúria, isso pode até nos causar um medo momentâneo, ou dor, mas se não desistirmos, o que estamos fazendo é o que vai matar a serpente, ou o problema que se levantou. Se você começou um ministério e esse ministério foi atacado, ou você foi atacado por causa desse ministério que você está exercendo, então é esse ministério que irá matar o inimigo que se levantou. Se o que você está fazendo, está incomodando ao Diabo, então você está no caminho certo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

O trigo moído se transforma em farinha “ 0 processo não causa destruição apenas transformação “



No Antigo Testamento lemos sobre cinco tipos de sacrifícios (Levítico 1–5): oferta pela culpa, pelo pecado, pela paz, de holocausto e de cereal. Os primeiros quatro eram ofertas de sangue; o quinto, ao contrário, não continha sangue, pois a oferta de cereal é uma magnífica imagem para a vida santa e imaculada de Jesus. Nosso Senhor Jesus não precisava de sangue de reconciliação para si mesmo, pois ele pôde dizer: “Qual de vocês pode me acusar de algum pecado?” (João 8.46).

Um componente da oferta de cereais é a farinha, a farinha de trigo, o pão. Essa farinha serve de imagem para o ser íntimo de Jesus. A farinha tem um aspecto de maciez, pois a dureza foi eliminada. Os grãos duros do trigo foram triturados no moinho, foram moídos. Com esse processo produtivo tudo se torna “harmonizado”. É uma figura para Jesus Cristo, no qual não havia nenhum temperamento duro. Ele nunca se impôs com aspereza, mas disse: “… aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração” (Mateus 11.29). É por isso que Jesus não tinha distúrbios do ego. Ele não era orgulhoso e nem sofria do complexo de inferioridade. Ele era perfeitamente equilibrado, e Deus quer que você também seja assim como o seu Filho é. Ele tem um objetivo bem determinado para aqueles que seguem a Jesus de todo o coração, isto é, “para serem conformes à imagem de seu Filho” (Romanos 8.29).

Assim, devemos nos tornar iguais a ele e aprender dele. Esse aprendizado, porém, é dolorido, imensamente dolorido, pois somos colocados no moinho e iniciamos o processo de moagem. Muitas vezes eu ouvi filhos de Deus se queixando sobre seus vizinhos maus, sobre familiares, até mesmo sobre seu próprio cônjuge. E muitas vezes precisei responder que aquelas pessoas “más” eram muito necessárias na vida deles, pois ainda havia muita dureza em sua visão e em seu ser, e assim havia pouca coisa visível de Jesus em sua vida – isto é, ainda não havia farinha! Cada filho de Deus deveria ser grato a Deus pelas pessoas difíceis e injustas que ele coloca em seu caminho, para que assim ela seja transformada de acordo com a imagem de Jesus.

A farinha tem um aspecto de maciez, pois a dureza foi eliminada. É uma figura para Jesus Cristo, no qual não havia nenhum temperamento duro.

Ame com o maior cuidado aqueles que mais o oprimem, pois estes fazem aquilo que você não consegue fazer por si mesmo. Eles são instrumentos na mão de Deus, são as pedras do moinho que moem toda a dureza da sua vida. Isso é dolorido, mas é de vital importância. Não é à toa que a Bíblia nos exorta tantas vezes e tão seriamente quanto à nossa santificação. Estagnação na fé sempre significa retrocesso. A Bíblia diz claramente: “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14).

Quando Deus fala em sua Palavra, ele o faz com chocante seriedade. Deus não é justo apenas para o pecador, mas também para o crente. Aquele que aqui escolhe o caminho mais tranquilo, com menos resistência, no outro lado certamente se assustará, pois Deus não faz acepção de pessoas. Aquele que aqui não se dispõe a seguir o caminho de Jesus, o caminho da cruz, nunca poderá entrar para a glória. “O caminho da cruz conduz ao lar”, e somente por meio da cruz.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

O Poder da Língua e a Sabedoria

O Poder da Língua e a Sabedoria



 

Em Tiago 3, há um ensino poderoso sobre a língua. As nossas palavras podem edificar sonhos fantásticos, assim como pode destruí-los.


Tiago nos ensina sobre o mundo de maldade e pecado que há escondido em um órgão tão pequeno, e sobre o nosso dever de dominá-lo. Não devemos usar a boca como fonte de bênção e maldição. Ela deve ser apenas, fonte de bênção. Uma fonte limpa!


Ele encerra Tiago 3, falando sobre a diferença entre a sabedoria terrena e a sabedoria do alto. Uma se comporta de maneira carnal, egoísta, insensata, destrutiva. A outra é muito superior! Pacífica, espiritual, amorosa e promotora da união.


Esboço de Tiago 3:

3.1 – 6: A língua é um mundo de iniquidade

3.7 – 12: Da boca procede a bênção e a maldição

3.13 – 18: Sabedoria terrena e sabedoria do alto


Tiago 3.1 – 6: A língua é um mundo de iniquidade


1 Meus irmãos, não sejam muitos de vocês mestres, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com maior rigor.


2 Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo.


3 Quando colocamos freios na boca dos cavalos para que eles nos obedeçam, podemos controlar o animal todo.


4 Tomem também como exemplo os navios; embora sejam tão grandes e impelidos por fortes ventos, são dirigidos por um leme muito pequeno, conforme a vontade do piloto.


5 Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha.


6 Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno.


Tiago 3.7 – 12: Da boca procede a bênção e a maldição

7 Toda espécie de animais, aves, répteis e criaturas do mar doma-se e tem sido domada pela espécie humana;


8 a língua, porém, ninguém consegue domar. É um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero.


9 Com a língua bendizemos o Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.


10 Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não pode ser assim!


11 Acaso podem sair água doce e água amarga da mesma fonte?


12 Meus irmãos, pode uma figueira produzir azeitonas ou uma videira, figos? Da mesma forma, uma fonte de água salgada não pode produzir água doce.


Tiago 3.13 – 18: Sabedoria terrena e sabedoria do alto


13 Quem é sábio e tem entendimento entre vocês? Que o demonstre por seu bom procedimento, mediante obras praticadas com a humildade que provém da sabedoria.


14 Contudo, se vocês abrigam no coração inveja amarga e ambição egoísta, não se gloriem disso, nem neguem a verdade.


15 Esse tipo de “sabedoria” não vem dos céus, mas é terrena; não é espiritual, mas é demoníaca.


16 Pois onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males.


17 Mas a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura; depois, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera.

sexta-feira, 13 de maio de 2022


 Renovando as Forças em Deus

Texto: Isaias 40:29-31 “Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até o jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam”.


Introdução: Mais um semestre chegou ao fim, e é comum que muitos se sintam cansados depois de tantos desafios e tanta correria. Trabalho, família, obra de Deus, tudo leva um pouco das nossas forças... Claro que se podemos parar para umas semanas de férias isso faz muito bem, mas nem todos têm essa oportunidade e os que têm sabem que mesmo o descanso não é suficiente para renovar as forças interiores e a motivação... A única saída eficaz que temos é renovar-nos em Deus. Ele pode nos tocar de tal maneira que estejamos prontos e renovados para mais um período de conquistas

1 - Quando nos sentimos cansados, Deus nos fortalece – Vs. 29
São nos momentos de fraqueza e cansaço que podemos ver o poder de Deus agindo em nós. Enquanto estivermos “fortes”, fazendo tudo da nossa maneira, na nossa força, Deus não poderá agir, pois Ele não invade a nossa vida. Mas, no momento em que nos sentirmos sem vigor, se pedirmos a Deus para que Ele nos fortaleça, então o Seu poder multiplicará as nossas forças e nos fará prosseguir – Onde você tem buscado a força para viver? Você tem confiado na força do seu próprio braço e tem visto que não está alcançando o resultado que espera alcançar? A força de que necessitamos está em Deus - (textos de apoio: Neemias 6:9 e II Coríntios 12:10).

2 - Nossa esperança tem que estar somente em Deus – Vs. 30-31
Deus nos ama e se compadece de nós. Ele mesmo está sempre pronto a renovar as nossas forças quando nos sentimos enfraquecidos, abatidos e derrotados. “Esperar no Senhor” é aguardar pela provisão que Ele tem para nós, mas também significa colocar n’Ele toda a nossa esperança - Em quem você tem colocado a sua esperança? Nos políticos, na economia, no seu próprio braço, em uma estátua de gesso? Somente Deus pode nos dar esperança e renovar as nossas forças – (textos de apoio: Salmo 25:5 e Salmo 27:14).

3 - Precisamos colocar nossos olhos no poder de Deus e não nos problemas – Vs. 31
Deus quer nos levar a enfrentarmos todas as situações junto com Ele. Ele quer nos ajudar. Quando Deus nos diz que “subiremos com asas”, está querendo nos ensinar uma nova maneira de olharmos para as situações: de cima, passando sobre nossos desafios! Muitas vezes colocamos nossa atenção demasiadamente nos problemas e nos esquecemos de subir ao nível d’Aquele que pode nos ajudar e nos sustentar que é Jesus - Você tem colocado o seu foco nas situações ou em Deus. Se precisar, mude o seu foco hoje. Não fique com o seu olhar preso nos problemas e nas dificuldades, mas olhe para Jesus, pois Ele lhe estenderá a mão para lhe ajudar – (textos de apoio: Mateus 11:28-30 e Isaias 41:13).

4 - Se a nossa esperança estiver em Deus, passaremos por todas as situações sem nos cansarmos – Vs. 31
Muitas das situações ainda continuarão existindo, mas Jesus quer nos guardar do mal (Leia João 17:15). O que muda quando colocamos a nossa esperança apenas em Deus é que, mesmo com tantas preocupações e atividades, por piores que sejam, conseguiremos enfrentá-las sem nos cansarmos ou nos atemorizarmos, pois uma convicção haverá em nossos corações: de que Deus está sempre conosco, nos guardando, nos livrando do pior e nos conduzindo por caminhos de bênçãos – Você tem se sentido cansado nestes dias? Tem corrido mas não tem chegado a lugar algum? Talvez isso esteja acontecendo porque você está correndo sozinho. Corra ao lado de Jesus. Ele te sustenta e renova as suas forças – (textos de apoio: Isaias 48:17 e Salmo 23:4).

Conclusão:  “Jesus disse: ‘Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei’. Ele tem uma resposta para nossa necessidade de renovo, mas só pode atuar quando tomamos a atitude de buscá-lo. Você quer colocar sua vida nas mãos de Jesus, recebendo-o como seu Senhor e Salvador?”.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

tirar todo entulho


Neemias: causa e cura do desânimo. Ne 4.10-22


A origem do desânimo estava no povo de Judá (Ne 4.10). Nos últimos capítulos de Genesis 49, lemos que Jacó convocou seus filhos à sua presença e os abençoou, aconselhou, fez profecias. Quando voltou para Judá (v.8) disse: “você será um líder entre a família. Seus irmãos o louvarão”. E acrescentou: “O cetro não se apartará de Judá, nem o bastão de comando de seus descendentes, até que venha aquele a quem ele pertencer, e a ele as nações obedecerão”. Imagine que a frase AQUELE A QUEM ELE PERTENCE, refere-se ao Messias. Ou seja, Judá, você será a tribo messiânica, através da sua tribo, um dia, nascerá o Salvador do mundo, o Messias. O cetro nunca se apartará da sua tribo. E a ti as nações obedecerão.  Entretanto, em Neemias 4 percebe que é Judá, que traz as palavras de desânimo às tropas.

1)    As causas do desânimo.
Perda da força. O verso 10 diz: “Os trabalhadores já não tem mais forças”. Note a expressão não tem mais forças. No texto original o significado é: deslizar, tibubear, vacilar”. “Essas pessoas, Neemias, já estão trabalhando há um longo tempo e estão ficando cansadas”. O verso 6 nos diz que estão chegando à metade da sua altura.  A NOVIDADE JÁ ESTAVA PERDENDO A SUA FORÇA. A METADE DO CAMINHO É DESANIMADORA. 




Perda da Visão. Voce notou o que JUDÁ disse? “... ainda há muito entulho” (4.10).  A força começou a falhar; ainda, apesar de todo o trabalho, há muito lixo. A palavra em hebraico para lixo significa “terra seca, entulho”.  


Em outras palavras, “Olhemos ao redor de Neemias e vermos que tudo é entulho – sujeiras, pedras quebradas, pedaços de argamassa secos e duros. Tudo está ficando muito cansativo. Há entulho demais”.  É como o caso de uma jovem mãe que trocou cerca de cinquenta fraldas em um só dia. Ela olha a situação e diz: Há muito lixo, muita bagunça, muitas fraldas e muito trabalho para ser feito”. O que ela perdeu? Perdeu a visão do crescimento daquela criança e o prazer de introduzi-la na sociedade.

Perda da confiança.  O muro já estava na metade da sua altura. O LIXO ESTAVA ESPALHADO POR TODO O LUGAR. Expressaram seus sentimentos observando com tristeza: “... não conseguiremos construir o muro” (v.10). Quando você perde A FORÇA E A VISÃO, então você perde A CONFIANÇA. E quando você perdeu a confiança, o desânimo pode virar a esquina, a qualquer momento.  Os judeus haviam construído o muro até a metade da sua altura porque o povo “estava totalmente dedicado ao trabalho”. O original diz que “o povo tinha o coração na obra”. Porém, perderam o seu coração, a sua motivação “nós não poderemos edificar o muro” (v.10).


Perda da Segurança. O verso 11 diz: “E os nossos inimigos diziam: “Antes que descubram qualquer coisa ou nos vejam, estaremos bem ali no meio deles; vamos mata-los e acabar com o trabalho deles”.  Ou seja, “TEMOS UM PLANO. NÃO DIREMOS A NINGUÉM QUAL É O PLANO; MAS QUANDO MENOS ESPERAREM, BUM!!! ENTRAREMOS SORRATEIRAMENTE E LÁ FICAREMOS. ACABAREMOS COM O TRABALHO TÃO RAPIDAMENTE E POR COMPLETO QUE VOCES NUNCA SABERÃO QUE ESTIVEMOS POR LÁ”.
EM QUE TEMOS COLOCADO NOSSA SEGURANÇA? No nosso trabalho? Se, somos mandados embora, sentimos um desânimo total. Os amigos ou familiares? Uma mudança, ficaremos longe dos amigos e dos familiares. VOCE PERDEU A FORÇA. VOCE PERDEU A CONFIANÇA. VOCE PERDEU A VISÃO. E PERDEU A SUA SEGURANÇA. Existe um sentimento profundo interior que diz: “Não vale a pena”. Será?

2)    A solução para o desânimo.
Uniu os seus Desejos num só Objetivo.  “Por isso posicionei alguns do povo atrás dos pontos mais baixos do muro, nos lugares abertos, divididos por famílias, armados de espadas, lanças e arcos” (Ne 4.13).  

Os trabalhadores estavam espalhados por toda Jerusalém trabalhando com pedras, água, argamassa e ainda SEPARADOS DAS FAMÍLIAS. Neemias os uniu de acordo com as famílias e deu a cada um objetivo comum: preservação. O lar deveria ser uma fonte natural de entusiasmo. Neemias disse: Vamos lá, ajuntemo-nos de acordo com as nossas famílias. Vocês companheiros, sentem aqui; você e sua família lá”. No processo de unir as pessoas em grupo, Neemias PAROU O TRABALHO. As vezes a melhor coisa a fazer quando se está desanimado é tirar uma folga. Há um provérbio grego que diz: “Você quebrará o arco se o mantiver sempre entesado”.

Direcione a sua Atenção para Deus. Veja o que diz o verso 14: “...Não tenha medo deles, lembrai-vos do Senhor, que é grande e terrível...”. Eles estavam olhando para o monte de lixo. Precisavam olhar para o Senhor. 



Algumas promessas do Senhor para nós:
Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo proposito está firme, porque confia em ti. Confiem para sempre no Senhor”. (Is 26.3-4).

Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplica, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”. (Fl 4.6-7).

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza.
Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das
 moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã. Os gentios se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Vinde, contemplai as obras do Senhor; que desolações tem feito na terra!
Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo. Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
 Salmos 46:1-11

Mas agora, assim diz o SENHOR que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em tiIsaías 43:1,2

Confia no Senhor e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado. Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará.
E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia.
Descansa no Senhor, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos. Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal.Porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no Senhor herdarão a terra. Pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar, e não aparecerá. Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz
Salmos 37:3-11

Mantenha o equilíbrio entre as Ações e os Pensamentos.  o que Neemias fez depois que tentou opor-se ao desânimo? Animou os judeus a manterem o equilíbrio. Convocou-os a agir. “Lutem”, ele mandou. “Há um trabalho a ser feito. Empunhem as espadas!” O verso 14 conclui: “Lutem por seus irmãos, por seus filhos, suas filhas, suas mulheres e por suas casas”.

Ouvindo os nossos inimigos que nós tínhamos sido avisados, e tendo Deus reduzido a nada o conselho deles, voltamos todos nós para o muro, cada um para sua obra. Desde aquele dia em diante metade dos meus servos trabalhava na obra, e metade deles tinha as lanças, os escudos, os arcos e as couraças; e os chefes estavam atrás de toda a casa de Judá. Vss. 15,16 E o versículo 17 acrescenta: “Os oficiais davam apoio a todo o povo de Judá que estava construindo o muro. Aqueles que transportavam material faziam o trabalho com uma mão e com a outra seguravam uma arma”

domingo, 26 de abril de 2020

Por Que a “A Fé Vem Pelo Ouvir, e o Ouvir Pela Palavra de Deus”?!

A frase “a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” foi dita pelo apóstolo Paulo em sua Carta aos Romanos. Ele fez essa declaração ao falar sobre como os judeus não escutaram verdadeiramente a palavra de Deus, apesar de todas as oportunidades que tiveram.

Paulo diz que nem todos os judeus obedeceram ao Evangelho. Isso significa que eles tiveram contato com a boa notícia, mas não creram e nem se submeteram a ela. Nesse ponto o apóstolo cita Isaías ao dizer: “Senhor, quem creu na nossa pregação?” (Romanos 10:16). Então ele conclui: “Consequentemente, a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17).

Imediatamente após dizer que “a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus”, o apóstolo Paulo argumenta: “Porventura não ouviram?” (Romanos 10:18). O apóstolo responde essa pergunta dizendo que certamente sim, eles ouviram. Paulo ainda fundamenta sua resposta citando o Salmo 19:4, para explicar que assim como as obras da criação proclamam a glória de Deus, as Escrituras também proclamam a verdade do Evangelho de Cristo.

Por isso os judeus também não podiam alegar ignorância ou desconhecimento (Romanos 10:18-21). A mensagem foi anunciada através das Escrituras que os judeus conheciam e tinham entendimento; mas ainda assim eles agiram com rebeldia e incredulidade.

A fé vem pelo ouvir

Paulo escreve a frase “a fé vem pelo ouvir” com base no texto do profeta Isaías em que ele fala do ministério do Servo sofredor (Isaías 53). Nessa, que é uma das mais claras e belas profecias acerca da obra do Messias, o profeta Isaías faz duas perguntas: “Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor?” (Isaías 53:1).

Essas duas perguntas revelam que são poucas as pessoas que creem na mensagem de Cristo; são poucas aquelas a quem Deus manifestou o seu braço. O “braço do Senhor” do qual fala Isaías, é uma expressão antropomórfica que significa “o poder do Senhor”; e a Bíblia diz que o Evangelho é o poder de Deus para a salvação daquele que nele crê (Romanos 1:16).

Por esse motivo a frase “a fé vem pelo ouvir” significa literalmente que a fé vem por ouvir a mensagem; ou seja, a fé genuína vem pela pregação. Alguém pode perguntar: Qual é essa pregação? Paulo responde na sequência de sua declaração. Veja a seguir.

E o ouvir pela palavra de Deus

Após dizer: “a fé vem pelo ouvir”, Paulo completa: “e o ouvir pela palavra de Cristo”. Basicamente o apóstolo está dizendo que a fé vem de ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida por meio da palavra de Cristo.

Isso significa que a fé não vem do próprio homem. Na verdade a fé vem pelo ouvir; mas também não é por ouvir qualquer coisa. A verdadeira fé requer a informação certa. A fé genuína vem por ouvir a mensagem cujo conteúdo é a própria Palavra revelada de Deus, ou seja, a fé vem por ouvir a mensagem, a pregação de Cristo; e essa mensagem fala sobre Aquele que “foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades” (Isaías 53:5). Essa mensagem fala claramente que a salvação é obra de Deus, e que todos o méritos são de Cristo.

Resumindo, a declaração “a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo” aponta diretamente para duas verdades fundamentais. Primeiro, jamais alguém poderá ser salvo a parte do conhecimento de Cristo. Isso porque é impossível que alguém seja salvo sem ter fé no Filho de Deus; consequentemente, também é impossível que alguém creia em Cristo para a salvação sem ouvir a verdade de Sua Palavra.

Segundo, o Evangelho não apenas fala sobre Cristo, mas é o próprio Cristo falando. Então a fé vem pelo ouvir porque é a pregação da palavra de Cristo, e somente ela, que gera fé naqueles a quem Deus chama em sua graça.

salvos quando ouvimos, ou entramos em contato, com a verdade de Jesus. Para alcançarmos mais vidas, precisamos pregar a palavra de Deus. "Consequentemente, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo" (Romanos 10:17).